Verso

Eco de dualidades

No livro: Trilogia; "Chego em I, dois, 3"

Eco de dualidades

Eco de dualidades

Dormes, despertas...
e voltas a dormir.
Morres e nasces...
a cada amanhecer.
Tempo, movimento
e transformação
que gira em espirais.
O efêmero se ordena após o caos:
em equilíbrio,
cada peça ocupa seu lugar.
Caem cristais que molham;
o sol os seca com carícias...
os evapora.
Amantes em disputa.
Voltará a chover.

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